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E se todas as Pessoas na Terra saltassem ao mesmo tempo?

Há cerca de 7 mil milhões de pessoas na Terra com um peso aproximado de 363 mil milhões de quilos. Dados estes factos já certamente pensou se todas as pessoas do Mundo saltassem ao mesmo tempo, o que aconteceria?

Por que não nos lembramos de quando éramos bebês?

É consenso entre os especialistas que os primeiros anos de vida são fundamentais na formação de cada indivíduo, mas apesar da importância que eles têm, não é possível lembrar do que vivemos antes de completar 30 meses, ou dois anos e meio de idade. Então porque é que isto acontece?

Quando tempo podemos viver sem água?

É impressionante as várias capacidades do Homem mas este têm necessidades básicas, comida, ar e água são algumas delas, usando a regra dos três dos especialistas de sobrevivência é muito fácil saber quanto tempo podemos passar sem estas necessidades básicas.

Macrófagos injetados no cérebro podem combater progressão de Alzheimer

Um grupo de pesquisadores da Charité – universidades alemãs de Berlim e de Freiburg – foi capaz de documentar pela primeira vez como o sistema imunológico pode combater até mesmo a progressão da doença de Alzheimer.

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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Posted by Science World On terça-feira, novembro 09, 2010 1 comentários

Genoma da esponja do mar dá novos insights sobre a evolução dos animais e o câncer

Uma equipe de pesquisadores da Universidade da Califórnia, Bekeley, e do Departamento f Energy’s Joint Genome Institute (JGI) seqüenciou o genoma da esponja do mar Amphimedon queenslandica. O trabalho fornece novos insights sobre as origens tanto dos animais quanto do câncer.
Todos os animais são descendentes de um ancestral comum que existiu há mais de 600 milhões anos. Criaturas do tipo esponja devem podem ter sido os primeiros organismos com mais de um tipo de célula e com capacidade de se desenvolverem a partir de um óvulo fertilizado .
“Nossa hipótese é que a multicelularidade e câncer são as duas faces da mesma moeda”, diz Daniel Rokhsar, responsável pelo trabalho. “Se você é uma célula em um organismo multicelular, você tem que cooperar com outras células do corpo, se dividindo quando é necessário. Os genes que regulam esta cooperação são também aqueles cuja interrupção pode levar as células a agirem de forma “egoísta”, crescendo de forma descontrolada em detrimento do organismo.
Para chegar a estas conclusões, a equipe buscou no genoma da esponja mais de cem genes que podem estar relacionados com o câncer humano, encontrando 90 deles. Futuras pesquisas devem mostrar como estes genes desempenham suas funções ao dotar as células com o tal “espírito de equipe”.
As esponjas são frequentemente descritas como os “animais” mais simples existentes. Os seres humanos, na contramão, são considerados complexos – mas como esta complexidade está codificada no genoma é ainda um mistério. O que a pesquisa mostra é que, enquanto o genoma da esponja contenha a maioria das famílias de genes encontradas em uma pessoa, o número de genes de cada grupo mudou significativamente ao longo de milhares de anos.
“Apesar de pensarmos na esponja como uma criatura simples cujo esqueleto usamos na banheira, ela tem a maior parte das vias de desenvolvimento e bioquímicas associadas com funções complexas nos humanos”, explica Mansi Srivastava, também envolvido no trabalho. Os componentes que faltam podem revelar em pesquisas futuras como se deu a evolução para organismos maiores e mais complexos.
Entre os componentes em falta, os pesquisadores destacam a família de enzimas conhecida como CDK 4/6, que em mamíferos é crucial para a transição de fases do ciclo celular. No entanto, ela está presente em anêmonas do mar, lançando a questão de que ela poderia ter sido um marco no desenvolvimento de animais mais complexos. Inibidores de CDK 4/6 para o ciclo celular e são usados para tratar o câncer de mama.
Os pesquisadores também identificaram diversos genes que caracterizam outros animais, envolvidos na divisão e crescimento celular, morte programada da célula, adesão entre células, entre outros. No entanto, a esponja não tem intestino, músculos ou neurônios. “Surpreendentemente, o genoma da esponja revela agora que, ao longo do caminho para o surgimento de animais, os genes para uma rede inteira de muitas células especializadas evoluíram e lançaram as bases para a lógica genética de organismos que não funcionariam mais como celas individuais”, ressalta Kenneth S. Kosik, co-autor do estudo.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Posted by Science World On quinta-feira, outubro 28, 2010 0 comentários

25% dos recifes de coral sob ameaça de extinção

Os recifes de coral, considerados as “florestas tropicais” dos oceanos, estão a enfrentar ameaças sem precedentes devido às mudanças climáticas, incluindo os danos causados pelos ciclones tropicais, cada vez mais graves, e a acidificação dos oceanos.

Estes factores são responsáveis pela perda de 20 por cento da área original de recifes, sendo que 25 por cento dos sistemas ainda existentes estão sob ameaça durante os próximos 100 anos.

Estes dados da Organização Mundial de Meteorologia (OMM) foram divulgados no relatório“Clima, Carbono e Recifes de Coral”, que alerta ainda para a necessidade da coordenação de acções internacionais para garantir a sobrevivência dos corais a longo prazo, o que implica 
empenho e investimento financeiro”.

Os recifes de coral tropicais, que cobrem 0,2 por cento dos oceanos e contêm 25 por cento das espécies marinhas, têm enfrentado nas últimas duas décadas uma ameaça global crescente: o aumento da concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

"As emissões elevadas de CO2 levam ao aprisionamento de calor na atmosfera, o que causa o aquecimento do oceano e o consequente branqueamento de corais, provocando a sua mortalidade em massa”, explica o relatório, acrescentando que “os altos níveis de CO2 provocam a acidificação dos oceanos, o que reduz a capacidade dos recifes de coral para crescerem e manterem sua estrutura e função”.
O relatório adverte também para a necessidade de se realizarem novas investigações sobre os impactos das mudanças climáticas nos recifes de coral, a fim de dotar os organismos responsáveis pela protecção destes sistemas de novos métodos para precaver a sua extinção.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Posted by Science World On quarta-feira, outubro 27, 2010 0 comentários

Em dez anos foram descobertas 1220 espécies na Amazónia


Em dez anos de estudo foram descobertas 1220 espécies na Amazónia. O relatório «Amazónia Viva: Uma década de descobertas: 1999-2009», editado pela World Wildlife Fund (WWF), dá a conhecer os animais e plantas que nunca tinham sido detectadas. Em média, foi encontrada uma espécie em cada três dias.
Francisco Ruiz, coordenador da iniciativa Amazónia Viva, daquela instituição, considera que “em nenhum outro lugar da Terra a teia da vida é tão intrincada e exuberante quanto na Amazónia. A maior bacia hidrográfica do planeta forma um gigantesco sistema vital para a maior e mais diversificada floresta tropical do mundo”.


No total, o relatório inclui 637 plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 16 aves e 39 mamíferos. A chamada formiga de Marte (Martialis heureka), o papagaio-careca (Aurantiocephala pyrilia), um peixe que vive em águas subterrâneas (Phreatobius dracunculus) ou um camaleão sapo (Telmatobius sibiricus) são alguns desses tesouros, a maior parte ameaçados de extinção.

A formiga de Marte tem uma combinação única de características. É um predador sem olhos, que não ultrapassa os três milímetros, pálido e com grandes mandíbulas. Encontrada no Brasil, em 2008, pertence a um género descoberto em 1923 que muito possivelmente descende de espécies com mais de 120 milhões de anos.

O peixe Phreatobius dracunculus foi descoberto por acaso pelos habitantes de Rio Pardo, no Brasil, quando escavavam um poço. Pelas suas tonalidades coloridas, o papagaio-careca, também descoberto no Brasil, é outra das descobertas mais mediáticas.

A floresta amazónica abrange principalmente o Brasil e o Peru. Mas são oito os países que incluem a floresta mais rica em biodiversidade do planeta. Juntam-se àqueles a Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Suriname e Venezuela.

Muitas das espécies quando são descobertas ficam logo classificadas como estando ameaçadas de extinção. Francisco Ruiz explica que “nos últimos 50 anos a humanidade provocou a destruição de, pelo menos, 17 por cento do bioma”.

A maior parte da região permanece “razoavelmente intacta”, diz, mas as ameaças “são consideráveis”. Os problemas, explica o coordenador, são os “modelos de desenvolvimento inadequados, o rápido crescimento económico regional, a demanda crescente por energia e as tendências insustentáveis do agronegócio”. A mudança do clima “também agrava os problemas”.


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